June 11th, 2008 — anything
Já ouviram falar do M-100? Tem quer trouxa mesmo pra comprar esse carro…
As especificações dizem que ele é maior, mais pesado, tanque menor, menos potente que o Mille, e custa R$20,00 a menos. Pra piorar, é fabricado por uma desconhecida (qual a garantia de peças e manutenção baratos?).
Alguém deve estar pensando que só tem idiota no Brasil…
May 15th, 2008 — anything
“Especialistas já alertaram: se nada for feito, São Paulo vai, sim, entrar em colapso – e parar. A catástrofe anunciada tem hora, data e extensão: dia 14 de novembro de 2012, às 19h (véspera de feriadão), com congestionamento de 500 km.” [ Leia mais ... ]
April 24th, 2008 — anything
O vídeo é velho, mas só tomei conhecimento hoje. Bom, nada de explicações, o vídeo fala por si só.
Tá bom, pequeno resumo: vídeo mostra contradição dos jornalistas argentinos que pensaram que poderiam ganhar a Copa América antes de entrar no campo.
Jornalistas Manés @ YouTube
April 22nd, 2008 — anything
Correndo o risco de parecer alarmista e sensacionalista, eu senti sim o tremor de terra. Aqui em casa não foi nada absurdo, mas deu pra ver a janela, copos e plantas tremendo. Senti uma coisa estranha, parecia labirintite ou embriaguez, mas quando vi os gatos (tenho dois) correndo, percebi que eu não estava louco. Meia hora depois, liguei o rádio e ouvi as notícias.
Desde que eu me entendo por gente ouço a mesma coisa: “o Brasil é abençoado, porque não tem terremoto, furacão ou maremoto”. Desculpem dizer isso, mas agora acho que só falta o maremoto.
January 20th, 2008 — anything
Eu não gosto de comentar sobre política, mas essa não pude deixar passar. Roberto Teixeira publicou em seu blog um comentário sobre recente matéria da Folha, onde militares afirmam estar-se mobilizando por aumento de salário.
Os comentários de Roberto foram extremamente pertinentes, e valem a leitura. Realmente, conforme ele indica, tudo tem cheiro de golpe de estado. Exagero? Pode ser, mas se não é golpe, é uma maneira absurdamente agressiva e infantil de desestabilizar o governo. E isso não pode ser aceito por parte das forças armadas de um país democrático que se diz de respeito.